Depois de meses de discussões, os produtores, comerciantes e importadores da bebida chegaram ao consenso de que, ao invés de combater a importação, haverá investimento no setor para o aumento do consumo no território nacional. Com as novas medidas, espera-se um crescimento de 35% no comércio do vinho até o próximo ano.
Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas, Orlando Rodrigues, o acordo foi a melhor solução para todos. Ele também considerou que o novo posicionamento do vinho nacional não deverá interferir na demanda por vinhos importados.
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