Safra de trigo em 2017 foi a pior em 10 anos, diz IBGE
O volume é ainda 17,1% menor do que o estimado no levantamento de novembro. O rendimento médio diminuiu na mesma proporção
O volume é ainda 17,1% menor do que o estimado no levantamento de novembro. O rendimento médio diminuiu na mesma proporção
Além disso, em 2018 o agricultor deverá ser impactado pelas importações do produto e pelo dólar
Produtores também estão retraídos, à espera do reaquecimento na procura pelo cereal, especialmente de maior qualidade
Apesar da alta de 10% na cotação, o valor não atingiu maior patamar por causa da queda no consumo
Devido ao maior custo do produto externo, as cotações domésticas seguem firmes
Além de sofrer uma redução na área plantada em comparação com o ano anterior, o clima desfavorável derrubou a produtividade em 47%
Baixa nos estoques de boa qualidade e demanda aquecida impulsionaram o valor do cereal
O preço médio do produto no Paraná, por exemplo, já acumula alta de 3,5% e é cotado a R$ 647,09 a tonelada
A maior procura pela comercialização acontece devido ao temor de novas quedas nas cotações, já que a qualidade do produto colhido é baixa
Além da demanda aquecida, a quebra de safra no Brasil, devido às chuvas em excesso, e a baixa oferta do produto argentino ajudaram a elevar as cotações
Em pleno Cerrado, propriedade chega a 139,8 sacas por hectare, enquanto a média nacional é de 46,66 sacas
De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o ingresso da safra 2017/2018 será o motivo da baixa nos preços
A paridade de importação se elevou e compradores voltaram suas atenções ao produto nacional
A paridade de importação se elevou e compradores voltaram suas atenções ao produto nacional
Especialistas acreditam que a Argentina deve seguir como principal opção das tradings que trazem trigo para o Brasil
O recuo nas cotações afetou também o mercado interno das farinhas
Os primeiros resultados apresentaram volumes abaixo do desejado e qualidade inferior
Além disso, os moinhos estão cautelosos nas compras, devido à baixa qualidade do cereal colhido
Os baixos índices pluviométricos nas regiões produtoras brasileiras e as chuvas em excesso nas lavouras argentinas deverão impactar a quantidade do cereal colhida
A queda nas cotações é reflexo do avanço da colheita do cereal e da demanda enfraquecida