Estados Unidos seguem com o plantio atrasado
Segundo USDA, 96% da área estimada já foi plantada, mas segue abaixo da média dos últimos anos; qualidade das lavouras está em 63%
Segundo USDA, 96% da área estimada já foi plantada, mas segue abaixo da média dos últimos anos; qualidade das lavouras está em 63%
Colheita está atrasada em relação ao mesmo período do ano passado, quando 52% da safra 2014/2015 estava colhidaA colheita de café da safra brasileira 2015/16 foi indicada em 42% até o dia 23 de junho. O número faz parte do levantamento semanal de Safras & Mercado para a evolução da colheita da safra.
Produtividade chegou a 92,9 sacas por hectare, enquanto que, na safra 2013/2014, o índice foi de 85,1 sacas por hectareO período prolongado de chuvas compensou o plantio fora da janela ideal e a redução no uso de tecnologia nas lavouras, trazendo um desempenho recorde da segunda safra de milho 2014/2015, que deverá resultar em 52,9 milhões de toneladas, 9,3% superior à passada, segundo a Agroconsult.
Entrada de recursos no Brasil segura alta da moeda norte-americanaO dólar comercial fechou o dia em queda, mas próximo da estabilidade, diante do grande fluxo de recursos vindos do exterior para aproveitar a alta taxa de juros locais, que tornam ativos de renda fixa mais atrativos.
Expectativa de acordo da Grécia com credores trouxe alívio ao mercadoO dólar comercial fechou o pregão desta segunda, dia 22, em queda, diante das expectativas de que a Grécia conseguirá fechar um acordo com os seus credores oficiais para receber recursos e não deixar a zona do euro.
Revisão das expectativas do banco central dos Estados Unidos pressiona cotaçãoO dólar comercial fechou esta quarta, dia 17, em queda após o banco central dos Estados Unidos (FED) piorar as suas expectativas para o crescimento da economia e a taxa de desemprego em 2015.
Valorização foi provocada por dados dos Estados Unidos e possibilidade de calote na GréciaO dólar comercial fechou o pregão desta sexta, dia 12, em alta, acompanhando o cenário internacional, que foi influenciado por dados positivos dos Estados Unidos e receios em relação ao futuro da Grécia na zona do euro.
Moeda norte-americana não conseguiu se sustentar diante de um dia calmo no noticiário brasileiro e internacionalO dólar comercial encerrou as negociações em queda de 0,35%, cotado a R$ 3,105 para compra e a R$ 3,106 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,1030 e a máxima de R$ 3,1720.
Em relação à estimativa de produção de 50,4 milhões de sacas, já houve a colheita de 14,24A colheita de café da safra brasileira 2015/2016 foi indicada em 28% até 9 de junho. O número faz parte do levantamento semanal da consultoria Safras & Mercado para a evolução da colheita da safra. Em relação ao mesmo período do ano passado o processo está atrasado, 32% da safra 2014/2015 estava colhida. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 26%, este ciclo está avançado.
Moeda norte-americana valorizou ante o real influenciada pela expectativa da votação do projeto das desoneraçõesO dólar comercial encerrou o pregão desta quarta, dia 10, com valorização de 0,42%, cotado a R$ 3,111 para venda. No mercado futuro, a divisa tinha alta de 0,49%, negociada por R$ 3.136.
Para o milho, relatório de junho trouxe poucas novidades para a safra norte-americana do cerealO relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou redução nas estimativas para os estoques finais americanos de soja em 2015/2016 e 2014/2015. A produção para a atual safra não apresentou alterações.
Concessões na área de logística ajudam a pressionar câmbioO dólar comercial fechou o pregão desta terça, dia 9, em queda, influenciado pelo programa de concessões na área de logística, apresentado pelo governo, mas foi limitada pela movimentação dos títulos da dívida dos Estados Unidos.
Investidores estão aguardando o resultado da reunião do Copom, que deve anunciar novo aumento na taxa de jurosO dólar comercial encerrou as negociações desta quarta, dia 3, em leve queda de 0,06%, cotado a R$ 3,132, com os investidores estão aguardando a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a Selic (taxa básica de juros), que será divulgada nesta noite.
Câmbio é influenciado pela reunião do Copom, Grécia e Estados UnidosO dólar comercial encerrou o pregão desta terça, dia 2, em queda, com os investidores aproveitando a perspectiva de elevação da taxa básica de juros (Selic) para migrarem a outros ativos financeiros, junto com o avanço das negociações da Grécia com os credores e dados ruins dos Estados Unidos.
No acumulado da semana, moeda avança 2,98%; em maio, alta foi de 5,78%O dólar comercial encerrou o pregão desta sexta, dia 29, em alta, impulsionado por dados econômicos positivos nos Estados Unidos, junto com percepções negativas a respeito da situação do Brasil e a disputa que normalmente ocorre nos finais de meses para a formação da taxa média do dólar, a chamada Ptax, que serve de referência para negociações de derivativos de câmbio.
Declarações da presidente Dilma e do ministro Barbosa acalmam mercadoO dólar comercial fechou o pregão desta quarta, dia 27, em baixa, depois de avançar mais de 1% e chegar próximo a R$ 3,18, após declarações da presidente Dilma Rousseff e de membros de sua equipe apoiando o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e as medidas de ajustes fiscais.
Moeda atinge maior cotação em dois meses por ajuste fiscal e Estados UnidosO dólar comercial encerrou o pregão desta terça, dia 26, com alta superior a 1% e no maior nível desde abril, com os investidores apresentando aversão a risco diante das incertezas sobre o processo de ajuste fiscal no Brasil e as especulações sobre quando a taxa de juros subirá nos Estados Unidos.
Negócios foram influenciados por especulações envolvendo Levy e os juros dos EUAO dólar comercial encerrou o pregão desta segunda, dia 25, com leve alta, depois de apresentar forte aceleração na metade do dia, com os investidores demonstrando preocupações em relação ao ajuste fiscal, e também acompanhando o cenário internacional.
Investidores tentam manter moeda acima dos R$ 3 e saída é forteO dólar subiu 1,3% e fechou a R$ 3,0426, nesta quinta, dia 21. Enquanto a maioria dos juros realiza uma correção no campo negativo, em meio aos receios de que o ajuste fiscal encontre resistência no Congresso Nacional após o adiamento da votação da Medida Provisória 665/14, que estabelece novas regras para a concessão do seguro-desemprego.
A projeção para a inflação mensal de maio medida pelo Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou leve altaOs economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) para o Boletim Focus elevaram, nesta segunda, dia 18, a projeção de déficit da conta corrente brasileira em 2015 de US$ 80 bilhões para US$ 82,40 bilhões. Para 2016, a expectativa do déficit permaneceu em US$ 75 bilhões.