AGRICULTURA
Mão de obra rural supre vagas em fábricas no interior do Rio Grande do Sul
Trabalhadores agregam renda para as propriedades e aprendem uma segunda profissãoDurante o dia, o chapéu de palha e a bota de borracha compõem o vestuário de trabalho de Eloisa Ostrowski, 41 anos. Mas à noite, a lida campeira é substituída pelas máquinas de uma indústria têxtil, onde a agricultora costura rendas e sedas que antes via apenas em lojas e personagens de novelas. A dupla jornada de trabalho é uma tendência em várias cidades do interior do Rio Grande do Sul, onde trabalhadores rurais são conquistados pelas oportunidades de trabalho que sobram nas indústrias.