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Bolsas de Nova York fecham mistas após CPI dos EUA e tensões no Oriente Médio

Dow Jones avançou 0,11%, enquanto S&P 500 e Nasdaq recuaram em sessão volátil marcada por inflação, petróleo e realização em tecnologia

Bolsas de Nova York fecham mistas após CPI dos EUA e tensões no Oriente Médio
Imagem criada por inteligência artificial

As bolsas de Nova York encerraram sem direção única nesta terça-feira (12), em uma sessão de volatilidade influenciada pela divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos referente a abril e pelas incertezas geopolíticas no Oriente Médio. O Dow Jones subiu 0,11%, aos 49.760,56 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 0,16%, aos 7.401,01 pontos, e o Nasdaq recuou 0,70%, aos 26.089,46 pontos.

O desempenho do Dow Jones foi sustentado principalmente pelos setores financeiro e de energia. As ações financeiras avançaram 0,72%, e as de energia, 0,71%, acompanhando a alta do petróleo. Entre os destaques, Chevron subiu 0,65% e ExxonMobil ganhou 0,63%.

Na ponta negativa, o setor de tecnologia pressionou os índices mais expostos a crescimento. A Qualcomm caiu 11,46%, e a Intel recuou 6,84%, em um movimento de realização de lucros após ganhos recentes. Outras empresas de semicondutores também fecharam em baixa, como Micron Technology, com queda de 3,61%, e Advanced Micro Devices, com recuo de 2,29%.

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No ambiente corporativo, a Venture Global, produtora de gás natural liquefeito (GNL), avançou 14,11% após reportar aumento de 59% na receita do primeiro trimestre. Já a eBay subiu 2,10% depois de rejeitar uma proposta de aquisição de US$ 56 bilhões feita pela GameStop, cujas ações recuaram mais de 3%.

No cenário macroeconômico, a inflação ao consumidor nos EUA acelerou em abril, segundo os dados divulgados nesta terça-feira (12). O percentual do CPI, porém, não foi informado no material de referência. Austan Goolsbee, presidente do Federal Reserve (Fed) de Chicago, afirmou que o indicador trouxe poucos sinais positivos e reforçou preocupações com a persistência das pressões inflacionárias, apesar de o mercado de trabalho seguir basicamente estável.

Com inflação mais resistente e risco geopolítico ainda no radar, o mercado segue reavaliando o ritmo esperado para a política monetária dos EUA. Em paralelo, Edward Yardeni, presidente da Yardeni Research, elevou sua projeção para o S&P 500 no fim de 2026, de 7.700 para 8.250 pontos, segundo entrevista à Bloomberg TV, indicando que o cenário de curto prazo permanece volátil, mas ainda acompanhado por revisões construtivas para parte do mercado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.