COMÉRCIO EXTERIOR

Brasil abre mercado para DDG, pólen de batata e equinos na Eurásia, Peru e Togo

Negociações sanitárias e fitossanitárias concluídas pelo governo brasileiro envolvem alimentação animal, material genético vegetal e genética animal

Brasil abre mercado para DDG, pólen de batata e equinos na Eurásia, Peru e Togo
Imagem criada por inteligência artificial

O governo brasileiro informou, nesta segunda-feira (11), a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias que autorizam a exportação de três novos produtos para a União Econômica Euroasiática, o Peru e o Togo. As aberturas envolvem grãos secos de destilaria de milho (DDG), material genético de pólen de batata e equinos vivos destinados à reprodução. Segundo nota conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), o agronegócio brasileiro soma 609 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Na União Econômica Euroasiática, bloco formado por Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia, foi aberta a exportação de DDG. O produto é um subproduto da indústria do etanol de milho e tem uso na alimentação animal. De acordo com a nota, o bloco importou mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para café, proteínas animais e fumo.

No Peru, a autorização envolve a exportação de material genético de pólen de batata. A medida está ligada a atividades de pesquisa, melhoramento vegetal e diversificação produtiva. Em 2025, o mercado peruano importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários do Brasil, principalmente produtos florestais, proteínas animais, itens do complexo soja, cereais, farinhas e preparações.

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Para o Togo, a abertura é para equinos vivos destinados à reprodução. Segundo o governo, a autorização cria possibilidade de ampliação dos embarques ligados à genética animal. Em 2025, o país africano importou mais de US$ 148 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com maior participação do complexo sucroalcooleiro, proteínas animais e couro.

Após a formalização sanitária e fitossanitária, o efeito prático é a ampliação do portfólio exportável brasileiro nesses destinos. A nota conjunta não detalha prazos para os primeiros embarques nem estimativas de volume para os novos mercados.

Fonte: gov.br

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Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.