
As exportações brasileiras para a China cresceram 24,4% em junho de 2026, na comparação com o mesmo mês de 2025, e somaram US$ 12,291 bilhões. As importações vindas do país asiático avançaram 27,1% no período, totalizando US$ 7,801 bilhões. Com isso, a balança comercial entre os dois países registrou superávit de US$ 4,490 bilhões para o Brasil no mês.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, as vendas brasileiras para a China aumentaram 21,9% em relação ao mesmo período do ano anterior e atingiram US$ 58,322 bilhões. As compras cresceram 8,0%, para US$ 38,545 bilhões. O saldo comercial no período ficou positivo em US$ 19,777 bilhões.
Na relação com a Argentina, as exportações caíram 18,1% em junho e somaram US$ 1,325 bilhão. As importações subiram 17,2%, para US$ 1,285 bilhão. O resultado foi um superávit de US$ 40 milhões.
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Entre janeiro e junho, as vendas para a Argentina recuaram 19,4% e chegaram a US$ 7,352 bilhões. As importações avançaram 3,8%, para US$ 6,401 bilhões. O saldo positivo no semestre foi de US$ 951 milhões. Segundo o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão, tem havido menor demanda dos argentinos por produtos brasileiros.
Para a União Europeia, as exportações brasileiras subiram 32,4% em junho, para US$ 4,888 bilhões, ante US$ 3,418 bilhões em igual mês de 2025. As importações cresceram 13,9% e somaram US$ 4,708 bilhões. O superávit com o bloco foi de US$ 180 milhões no mês.
No primeiro semestre, as exportações para a União Europeia cresceram 12,8% e alcançaram US$ 26,906 bilhões. As importações recuaram 0,4%, para US$ 24,263 bilhões. O saldo comercial com o bloco ficou positivo em US$ 2,643 bilhões.
China, Argentina e União Europeia estão entre os principais parceiros comerciais do Brasil, ao lado dos Estados Unidos. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (3) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic).
Fonte: Estadão Conteúdo