EM MATO GROSSO

Fávaro elogia reforma tributária: 'marco histórico'

Na avaliação do ministro da Agricultura, as preocupações do agronegócio com a reforma tributária 'foram superadas'

Na avaliação do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Fávaro, as preocupações do agronegócio com a reforma tributária foram superadas.

“As preocupações que o setor tinha com a reforma tributária foram superadas nos debates”, afirmou nesta segunda-feira (10), em Sorriso, Mato Grosso.

De acordo com Fávaro, o texto da reforma é ‘importante’.

“Considero que a reforma tributária é um marco histórico. (…) Eu tenho certeza que vai trazer de novo um crescimento sustentável para o Brasil “, disse.

Nesta segunda-feira, o ministro inaugurou a primeira Unidade Técnica Regional de Agricultura e Pecuária (UTRA) descentralizada.

O escritório do ministério vai disponibilizar serviços da pasta com objetivo de ficar mais próximo do produtor rural e da agroindústria da região.

Esta unidade mato-grossense será responsável pelos serviços de controle de produção, garantia de qualidade e promoção do desenvolvimento regional de 50 municípios, em uma região que se estenderá do Xingu até Sapezal.

Para reforçar o compromisso do governo federal com o agronegócio, o ministro relembrou que o governo federal lançou no fim de junho, o Plano Safra 2023/2024 com valor recorde de R$ 364,22 bilhões para o financiamento da agricultura e da pecuária empresarial.

Fávaro disse, ainda, que o slogan do governo federal que prega a “União e reconstrução” é propício ao agronegócio brasileiro, desde 1º de janeiro.

“A união é de todos aqueles, homens e mulheres, que entendem que a eleição acabou e que, legitimamente, tiveram seu candidato, apoiaram, financiaram dentro dos limites legais, puderam se manifestar. Tudo foi dentro da normalidade. Então, passada a eleição, todos aqueles que quiserem olhar para frente, encontrarão as portas abertas do governo do presidente Lula. Depois, em 2026, cada um poderá escolher, também, seu candidato, apoiar, fazer a eleição fluir, dentro dos limites democráticos. E a reconstrução é fazer políticas, cada vez mais, voltada ao desenvolvimento deste país”.