Liquidez do arroz em casca segue lenta, com preços estáveis

Baixo interesse por comercialização tanto por parte das indústrias, quanto dos produtores, fez com que a cotação do grão ficasse, mais uma vez, em torno dos R$ 38,00/sacaNa casa dos R$ 38,00/saca de 50 kg há um mês, o Indicador do Arroz em Casca Esalq/Bolsa Brasileira de Mercadorias-BM&FBovespa (Rio Grande do Sul, 58 grãos inteiros) tem apresentado apenas pequenas oscilações diárias. Na segunda, dia 20, fechou a R$ 38,32/saca, acumulando ligeira queda de 0,98% nos últimos sete dias e de 1,26% no mês.

Preços do trigo acumulam alta de 45% no ano

Além disso, sem perspectivas de boa safra, importações devem aumentar significativamente para suprir o consumo internoOs preços do trigo no Brasil já subiram cerca de 45% no mercado disponível e de 36% no mercado de balcão em 2012. Agentes consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) acreditam, ainda, em novas altas, fundamentados nos aumentos dos preços externos e na desvalorização do real frente ao dólar. Além disso, estimativas de menores ofertas brasileiras e mundiais também são fatores de sustentação.

Feriados reduzem negócios no mercado do algodão em pluma

Após recessos, previsão é de que as negociações sejam retomadas nos próximos dias, com o algodão cotado a R$ 1,5488/libra-pesoPoucas foram as negociações envolvendo algodão em pluma registradas na última semana. Agentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) comentam que os feriados da Proclamação da República, na quinta, dia 15, e o do Dia da Consciência Negra, na terça, dia 20, em alguns municípios do país, fizeram com que muitos compradores apenas observassem o comportamento do mercado.

Produtores de vinho do Sul buscam marca da Campanha nos rótulos

Região investirá R$ 3,1 milhões em projeto para obter Indicação GeográficaDepois de 10 anos da conquista da primeira Indicação Geográfica para os vinhos do Rio Grande do Sul - concedida para a região do Vale dos Vinhedos -, uma nova fronteira de produção no Estado começa o trabalho em busca desse diferencial. Com investimentos de R$ 3,1 milhões para a realização de pesquisas, os vitivinicultores da Campanha esperam obter o reconhecimento até 2015.

Comissões do Congresso devem ir a MS para ajudar na solução de conflito de terras entre índios e fazendeiros

Uma das soluções levantadas para resolver a disputa seria a de indenizar os produtores que possuem o título da terra para que se retirem da reserva indígenaPara ajudar na solução do conflito envolvendo índios da etnia Guarani Kaiowá e fazendeiros em Mato Grosso do Sul pelo menos quatro grupos de deputados e senadores se preparam para ir ao Estado. Além dos membros da comissão externa criada para acompanhar a disputa pelas terras que ficam na reserva indígena, também pretendem ir ao local os membros das comissões de Direitos Humanos da Câmara e do Senado e os integrantes da Frente Parlamentar de Apoio aos Povos Indígenas.

Ministros defendem regulamentação de dispositivos para evitar tensão entre índios e fazendeiros

José Eduardo Cardozo se manifestou contrário à iniciativa de transferir para o Congresso Nacional a responsabilidade por aprovar a demarcação de terras indígenasO ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o advogado-geral da União, ministro Luís Inácio Adams, fizeram um apelo para que o Congresso Nacional regulamente dispositivos constitucionais como forma de amenizar a disputa por terras entre comunidades indígenas e produtores rurais. O apelo, apresentado sob a forma de sugestão, foi feito nessa terça, dia 20, durante audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Áreas de planalto do Pantanal sofrem mais devastação que planícies, aponta estudo

Levantamento mostra que, entre os anos de 2008 e 2010, 0,8% da vegetação nativa nas áreas de planície foi ocupada por atividades humanas, enquanto no planalto essa ocupação ocorreu em 1,56% da áreaMais de 86% das áreas naturais de planícies do Pantanal estão conservadas. Apesar do alto índice de preservação, as ameaças ambientais que rondam a porção brasileira da Bacia do Alto Paraguai não cessaram.