Basf anuncia alto investimento em unidade de produção de defensivos no país

Fábrica de Guaratinguetá, em São Paulo, deve receber 50 milhões de eurosA divisão de agronegócios da Basf foi a menos atingida pela crise internacional, segundo o presidente mundial da Divisão de Produção e Cultivos da empresa, Markus Heldt. Ele avaliou ainda que o Brasil é importante para a estratégia da companhia. Nessa segunda, dia 24, a Basf anunciou que vai investir 50 milhões de euros na ampliação da unidade de produção de defensivos agrícolas em Guaratinguetá, interior de São Paulo.

Investimento estrangeiro em terras brasileiras cresce de forma veloz

Países árabes e China são os principais interessados, nesta corrida por espaços produtivosO investimento internacional no arrendamento e na aquisição de terras cresce com grande velocidade. Os investidores têm interesse na valorização do ativo escasso, fundamental para a segurança alimentar e energética. No Brasil, a aplicação de capital externo tem esbarrado na falta de uma legislação específica. O assunto foi debatido em São Paulo.

Preço da arroba do boi em São Paulo prejudica comercialização no Centro-Oeste

Maior oferta no mercado interno e redução das exportações são os principais fatores, aponta a Coin ValoresA diferença entre o valor da arroba do boi no Estado de São Paulo, representada pelo indicador Esalq, e das demais regiões produtoras do país está acima da média no mês de agosto. De acordo com o consultor Marcelo Gumiero, da Coin Valores, o diferencial de base, como é conhecido, está afetando os produtores da região Centro-Oeste que ficam com o preço menos competitivo e não tem pra quem vender.

Pesquisa do Cepea indica cautela nas exportações do agronegócio brasileiro

A curto e longo prazo, embarques podem ficar limitados principalmente por queda do dólarUm estudo feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) demonstra cautela sobre a retomada das exportações do agronegócio brasileiro. De acordo com os pesquisadores, os embarques de produtos para o Exterior devem mostrar recuperação neste segundo semestre, mas podem ser limitados no curto e no longo prazo. A queda do dólar é um dos fatores que tem deixado as exportações menos atrativas.

Congresso discute o futuro do setor sucroalcooleiro em MS

Produção de cana-de-açúcar no Estado quase dobrou em três anosO setor sucroalcooleiro está em grande expansão em Mato Grosso do Sul. Na última safra foram produzidas quase 27 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 95% a mais do que há duas safras. Para a próxima, a expectativa é elevar ainda mais este número, produzindo algo em torno de 33 milhões de toneladas do produto, um aumento necessário para atender à crescente demanda.

Mantega diz que Brasil está no limiar de um novo ciclo de desenvolvimento econômico

Ministro destacou que o PIB do segundo trimestre deve apresentar um aumento de 1,6%, em comparação com o mesmo período de 2008O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta segunda, dia 24, que o Brasil já está no "limiar de um novo ciclo de desenvolvimento econômico". Em seminário no Rio de Janeiro, Mantega disse que o país já está mostrando números positivos, ao se recuperar da crise econômica internacional, que interrompeu o ciclo econômico de 2003 a 2008.

Clima é de incertezas sobre desempenho do açúcar no mercado

Apesar de fechamentos em baixa, alguns analistas apostam em preços dobrados no futuroApesar de recuperação dos preços do álcool anidro e do hidratado, a comercialização tem sido feita abaixo do custo. É o que avalia a Archer Consulting. Para que haja um equilíbrio, a consultoria calcula que os preços precisam subir pelo menos 12%. Já no açúcar, os analistas dizem que o clima é de incerteza. Na sexta-feira, dia 21, a commodity fechou em baixa, perto de US$ 0,20 por libra-peso. Mas, de acordo com a Archer, há quem acredite que a cotação pode até dobrar.

Analistas prevêem baixos preços entre as commodities no segundo semestre

Evento na Fecomércio traçou perspectivas para a economia e desempenho da indústriaO governo vai ter que desonerar o setor exportador para compensar as perdas com a desvalorização do câmbio. É o que afirma Júlio Gomes de Almeida, economista e ex-integrante da equipe do Ministério da Fazenda. Além dos efeitos da queda no dólar, o agronegócio tem outra preocupação. Analistas prevêem preços mais baixos para as commodities no segundo semestre do ano.

Chuvas excessivas no Paraná prejudicam lavouras de trigo

Embrapa prevê prejuízos de até 80% em mais da metade das plantações no EstadoLevantamento feito pelos pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, revela que dos 1,3 milhão de hectares semeados com trigo no Paraná - maior produtor brasileiro do cereal - pelo menos, 780 mil hectares, o equivalente a 60% da área do Estado, em 2009, poderão sofrer prejuízos de até 80%, em conseqüência do regime excessivo de chuvas durante a safra.