A NFU disse que, após o escândalo, redes varejistas, processadoras de alimentos e empresas que prestam serviços de alimentação têm a responsabilidade de indicar claramente o país de origem dos produtos nas embalagens.
— A distribuição das margens na cadeia de suprimentos precisa de mais transparência e de uma reflexão conjunta se quisermos enfrentar a volatilidade e as pressões do setor — disse o presidente da NFU, Peter Kendall.
Desde o mês passado, varejistas e empresas de alimentos na Europa retiraram das prateleiras milhares de produtos como hambúrgueres congelados e lasanhas semiprontas.
Por causa do escândalo, a França está pressionando a União Europeia para aprovar uma nova regra que obrigue fabricantes de alimentos a identificar nas embalagens a origem da carne usada nos produtos.