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No atacado, a desvalorização foi maior. Na comparação com sete dias atrás, a carcaça especial está 4,0% mais barata, cotada em R$ 4,80 o quilo. Frente ao mesmo período do ano passado, os preços na granja e no atacado estão 46,3% e 37,1% mais altos, respectivamente.
No varejo as cotações ficaram estáveis. O lombinho é negociado por R$ 13,90 o quilo e a bisteca está cotada, em R$ 9,74 o quilo. A oferta de suínos consegue atender sem dificuldade a demanda. No atacado, a movimentação travada dos últimos dias pode ser interrompida com o abastecimento do varejo para as vendas em curto prazo.
Neste início de ano, representantes da indústria consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que o principal motivo das sucessivas desvalorizações da carne no atacado e, por consequência, do suíno vivo, é a retração da demanda. Nem mesmo a isenção de impostos federais sobre a comercialização das carnes no varejo, em vigor desde o início de março, tem impulsionado as vendas.