SANIDADE

Vacinas contra clostridioses seguem insuficientes em MT, diz Famato

Federação afirma que pecuaristas ainda enfrentam dificuldade para encontrar imunizantes, mesmo após anúncio de mais de 3,1 milhões de doses no mercado brasileiro

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A oferta de vacinas contra clostridioses continua insuficiente para atender à demanda dos pecuaristas de Mato Grosso, segundo nota da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) divulgada no dia 19. A entidade afirma que o problema persiste mesmo após o anúncio do Ministério da Agricultura sobre a disponibilização de mais de 3,1 milhões de doses no mercado brasileiro. De acordo com a federação, a escassez vem sendo acompanhada desde abril.

Segundo a Famato, produtores rurais relatam dificuldades para encontrar os imunizantes nas revendas. A entidade informa que os estabelecimentos estariam recebendo apenas pequenos lotes, o que mantém pedidos pendentes e limita o atendimento da demanda no campo.

A vacina contra clostridioses é usada na prevenção de doenças que afetam os rebanhos, como botulismo, tétano, carbúnculo sintomático e gangrena gasosa. Na avaliação da federação, o acesso ao produto é necessário para a manutenção do calendário sanitário.

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Em nota, o coordenador da Comissão de Pecuária de Corte da Famato, Amarildo Merotti, afirmou que a ampliação da oferta anunciada pelo governo federal é positiva, mas ainda não chegou de forma efetiva aos produtores. “Existem muitos pedidos pendentes e a demanda continua elevada. O pecuarista precisa ter acesso ao produto para manter o calendário sanitário do rebanho”, disse.

Além da dificuldade de abastecimento, a entidade relata alta nos preços das vacinas. Segundo a comissão, o custo dos imunizantes praticamente dobrou em algumas regiões nos últimos meses, o que elevou as despesas dos pecuaristas. A fonte não detalha os valores cobrados, nem especifica quais regiões registraram essa variação.

A Famato defende a continuidade das ações para ampliar a produção e acelerar a distribuição das vacinas. A federação informou ainda que seguirá monitorando a situação e mantendo diálogo com a indústria, entidades do setor e órgãos governamentais.

O material divulgado indica continuidade da escassez em Mato Grosso e pressão sobre o custo dos imunizantes, mas não informa prazo para regularização do abastecimento nem detalha o volume necessário para atender integralmente os pecuaristas do Estado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.