SAÚDE

Comissão debate transplante de medula óssea no tratamento de câncer infantojuvenil

Discussão foi solicitada pelo deputado Weliton Prado e deve tratar do acesso a terapias e da assistência a crianças e adolescentes no Sistema Único de Saúde

Comissão debate transplante de medula óssea no tratamento de câncer infantojuvenil
Imagem criada por inteligência artificial

A comissão da Câmara dos Deputados realiza, nesta quarta-feira (13), um debate sobre o uso do transplante de medula óssea no tratamento de câncer em crianças e adolescentes. O pedido para a audiência foi apresentado pelo deputado Weliton Prado (Solidariedade-MG), com base na necessidade de discutir o avanço dos casos no país e as condições de atendimento aos pacientes.

Segundo o parlamentar, dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam aumento dos casos de câncer no Brasil e reforçam a necessidade de ampliar o debate sobre diagnóstico, tratamento e acesso a terapias. No material divulgado sobre a audiência, porém, não foram detalhados os números do levantamento citado nem a lista dos convidados confirmados para a discussão.

Weliton Prado afirmou que o câncer já representa a principal causa de morte por doença entre pessoas de 1 a 19 anos no país. Entre os tipos mais frequentes nessa faixa etária, ele citou as leucemias, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

De acordo com o deputado, o transplante de medula óssea é uma das principais formas de tratamento nesses casos, especialmente em quadros onco-hematológicos. Ele também sustentou que o acesso a novas tecnologias, terapias e medicamentos ainda é limitado no Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode comprometer a continuidade do cuidado.

No pedido do debate, Prado declarou que, em países desenvolvidos, as chances de cura podem alcançar cerca de 80%, enquanto a dificuldade de acesso a recursos terapêuticos no Brasil reduz esse potencial. A audiência pública deve servir para reunir informações técnicas e subsidiar a discussão sobre políticas de tratamento e incorporação de tecnologias.

A expectativa é que o debate ajude a identificar entraves regulatórios e assistenciais no atendimento oncológico infantojuvenil. Até a publicação desta matéria, a Câmara não havia informado, no material consultado, os nomes dos participantes convidados para a audiência.

Fonte: camara.leg.br

news mAIker canal rural avatar
Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.