
O relator do projeto de renegociação de dívidas rurais, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou mudanças no texto pouco antes da votação em plenário, nesta quarta-feira (10). Segundo o material fornecido, ele manteve parte do parecer aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e acolheu parcialmente emendas apresentadas por senadores. A proposta ainda deve ser analisada pelo plenário do Senado.
As alterações foram feitas após reunião de Calheiros com o ministro Dario Durigan, em tentativa de negociação do texto. De acordo com a declaração do relator, persistiram impasses nas tratativas com a área técnica do Ministério da Fazenda.
"Não tivemos, com área técnica do ministério, a mesma facilidade que tivemos com o ministro Dario Durigan. Restaram alguns impasses. Outra solução não há senão a solução que encaminhamos no nosso relatório, infelizmente", afirmou Calheiros, segundo o conteúdo fornecido.
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O material original não detalha quais emendas foram parcialmente acatadas, nem especifica os pontos do relatório que foram mantidos ou modificados em relação ao parecer aprovado anteriormente na CAE. A fonte também não informa quais critérios de renegociação estão previstos no texto nem quais públicos serão alcançados pela proposta.
Durante a discussão, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), citada como uma das líderes da bancada ruralista, defendeu a aprovação da matéria ainda nesta quarta-feira (10). Segundo ela, o projeto não tem caráter eleitoreiro e busca atender o setor agropecuário em um contexto descrito por ela como de juros altos e guerras no mundo.
"Temos que aprovar esse projeto hoje. E se ajustes vierem, serão muito bem-vindos", disse a senadora, conforme o material de entrada.
Até o momento descrito pela fonte, o projeto seguia para votação no plenário do Senado. O material divulgado não informa o alcance financeiro da proposta, os critérios de adesão nem os impactos diretos esperados para produtores rurais.
Fonte: Estadão Conteúdo