O feijão carioca atingiu nesta terça, dia 31, o preço mais alto da história: R$ 420 a saca na base São Paulo. Com o déficit no abastecimento do produto, a alternativa viável para os produtores pode ser a importação de variedades dos Estados Unidos. Para o analista de mercado do Correpar Marcelo Lüders, o consumidor não pode sofrer com a crise. “O produtor precisa acatar algumas medidas para que assim se possa atender à nossa demanda, que é uma das maiores do mundo. O desabastecimento para o consumidor pode prejudicar a comercialização futura”, defende o analista.