O diretor administrativo da Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul (Apassul), Eduardo Loureiro, afirma que 50% das sementes utilizadas no estado são ilegais, ou seja, são piratas, vendidas por produtores e comerciantes que não têm registro no Ministério da Agricultura e não possuem autorização do proprietário da cultivar. Para ele, a mudança da Lei das Cultivares mudaria este cenário.