Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divergem sobre o uso da delação premiada da Odebrecht para o julgamento da chapa Dilma-Temer. Os ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira pedem a exclusão da validade dos depoimentos e provas sobre delação, com a justificativa de que essas surgiram após o pedido de cassação da chapa. Já os ministros Herman Benjamin e Luiz Fux não concordam com tal posicionamento. “Nesse momento a tendência é de que os ministros não aceitem as provas da Odebrecth“, avalia o cientista político Valdir Pucci.