A perspectiva para o dólar a curto e médio prazo é de baixa. O sócio-diretor da consultoria AGR Brasil, Pedro Dejneka, afirma que para os próximos meses o câmbio deve recuar e se manter entre R$ 3,20 e R$ 3,30, pois todas notícias negativas já foram precificadas. Para o próximo ano, a tendência é que o dólar suba e volte ao patamar dos R$ 3,50. No entanto, Dejneka destaca que há possibilidade de alta dos preços em Chicago, caso ocorra algum problema climático nas lavouras americanas até a colheita.