Para o economista-chefe da corretora NGO, Sidnei Nehme, o dólar vai subir gradualmente, até alcançar mais uma vez o patamar de R$ 4. Ele explica que o governo brasileiro tem interesse nessa alta, já que o câmbio causa repercussão imediata na atividade econômica e na exportação no setor industrial, além de inibir a importação de produtos estrangeiros concorrentes.