O economista do Banco Votorantim Roberto Padovani afirma que a alta de juros nos Estados Unidos, prevista para acontecer até o fim do ano, pode impulsionar a alta do dólar. Porém, a valorização do câmbio também é resultado de fatores internos, uma vez que o Brasil cresce muito pouco. No momento, o mercado está imprevisível, e o Banco Central deve continuar intervindo no dólar enquanto a variação for intensa. Padovani espera um câmbio a R$ 3,30 até o fim de 2016 e entre R$ 3,40 e R$ 3,50 ao longo de 2017. Para ele, o momento é bom para fechar negócios.