Para o economista Roberto Troster, o dólar deve continuar na trajetória de queda. No cenário externo, a decisão do Banco Central dos Estados Unidos de não aumentar os juros por enquanto é baixista para a moeda; enquanto a possível saída do Reino Unido da União Europeia é altista. Desta forma, a influência de fora será muito pequena. Já no cenário interno, segundo ele, mesmo com as incertezas políticas, a economia já tem uma linha traçada, o que resulta em um dólar mais fraco e, em alguns momentos, volátil. Troster aposta em um piso de R$ 3,30 e um teto de R$ 3,40 para o câmbio.