O analista da INTL FCStone Étore Baroni explica que os preços do milho estão sendo definidos pelo volume de exportações, e não mais pela demanda da indústria – como era há cerca de cinco anos. Isso acontece porque a partir de 2011, o Brasil ganhou espaço nas exportações e hoje é responsável por 30% do volume mundial. Ele explica que, até o final de maio, os preços do grão devem seguir em alta por conta dos estoques limitados. Porém, a partir de junho, com a entrada da nova safra, sem imprevistos do clima, pode haver uma forte pressão de queda.