A primeira safra de feijão de 2017 tem previsto um aumento de área de 15%, o que deve causar queda nos preços, de acordo com o analista de mercado Marcelo Lüders. Porém, ele destaca que a intenção de cultivo ainda é tímida, mesmo com o atual preço do carioca se mantendo firme. Isso acontece porque os preços de outras culturas, como milho e soja, também estão atrativos e o risco de clima é grande para o feijão.