O analista de mercado Correpar Marcelo Lüders comenta a decisão do governo de reduzir em quase 20% o preço mínimo do feijão. Ele afirma que, para ter uma redução dessas, é preciso diminuir o custo, e isso deve ser explicado. Lüders diz que o impacto desta medida é maior no Paraná, onde é produzida a maior quantidade de feijão na primeira e na segunda safra. Porém, a ação também afeta pequenos produtores do interior de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, por exemplo.