O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou nesta quarta, dia 22, que o Brasil vai importar feijão da China e do México. Para o analista de mercado da Correpar Marcelo Lüders, a medida não causa impacto negativo para o produtor. Ele diz que é necessário amenizar a falta de produto disponível para a população. Contudo, o consumidor, que tem reclamado dos preços altos, dificilmente vai sentir alívio no bolso imediatamente, segundo Lüders.