O economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Pedro Loyola, explica que o Brasil tem um programa de apoio ao produtor rural no qual o governo pagava uma subvenção de 70% no prêmio de culturas de risco, como trigo, milho segunda safra e feijão. Porém, com a redução dos recursos do governo, esse valor foi cortado pela metade, o que inviabiliza a contratação do seguro rural, de acordo com ele. Hoje, o recurso disponível para o seguro não atinge nem 7% da área agrícola do país, ou seja, mais de 90% dos agricultores brasileiros estão a mercê do clima. A entidade busca no Congresso conseguir recursos para que toda a demanda seja atendida.