Mercado chinês se abre de maneira lenta para café brasileiro

O vice-presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues, comenta a exportação de café e conta que, de tudo o que se produz no âmbito da cooperativa, 85% é exportado. Ele afirma que a exportação do produto é muito difícil e fazer isso individualmente é muito complicado, pois a abrangência de uma organização é muito maior. Rodrigues comenta ainda que a abertura do mercado chinês para o café brasileiro acontece de forma muito lenta, mas afirma acreditar que o Brasil ainda venderá o produto para a China, mesmo que o país também seja produtor, pois o consumo deve aumentar. 

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Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.