O preço do milho no mercado interno está 50% mais alto do que no mesmo período de 2015. Segundo o analista Vlamir Brandalizze, a entrada do grão importado da Argentina e do Paraguai, em breve, deve limitar essas altas, mas não forçará uma grande baixa no mercado. O que realmente pode derrubar as cotações é a entrada da segunda safra e a queda do câmbio, que praticamente inviabiliza as exportações.