Um levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) projeta que o aumento da produtividade nas lavouras de milho deve diminuir a pressão nos custos para o próximo ano. O superintendente técnico da entidade Bruno Lucchi diz que a segunda safra de 2016 teve uma grande de quebra na produção e, em quase 10 anos de pequisa, foi a primeira vez que todas as regiões tiveram prejuízo. Já para a próxima safra, a expectativa é que as regiões que tiveram muito impacto negativo em função do déficit hídrico, como Centro-Oeste e Matopiba, recebam chuvas melhores e mais regulares. Já sobre os custos, ele diz que valor do fertilizante deve se manter, mas os gastos com sementes devem aumentar.