O analista de mercado da Correpar Marcelo Lüders explica que o déficit de feijão – estimado entre 5 milhões e 8 milhões de sacas – deve durar até março ou abril. Essa diminuição da oferta tem mantido os preços do produto muito acima da média histórica. Segundo Lüders, a expectativa é que os produtores que têm feijão para vender ou estão prestes a colher consigam preços acima de R$ 200.