O analista de grãos do Rabobank Brasil Renato Rasmussen explica que diversos fatores influenciaram a alta do milho brasileiro: a queda na produção da safra de verão, os problemas climáticos e o alto volume exportado, sob impulso da valorização do dólar. Contudo, em aproximadamente três semanas, o cenário pode começar a mudar, já que o câmbio vem enfraquecendo e a área para o milho segunda safra deve ser ampliada. Além disso, a entrada do grão argentino no país também pode enfraquecer os preços. Ele ressalta, porém, que o preço não deve voltar a patamares tão baixos, ficando em torno de R$ 35 saca na região Sul, por exemplo.