O diretor da Associação Brasileira das Indústrias de Café Solúvel (Abics), Aguinaldo José de Lima, fala sobre a importação do produto. Segundo ele, a indústria de solúvel utiliza o conilon em 80% de sua composição e este volume não pode ser substituído por arábica. Lima diz que o setor não quer importar, porém, precisa de uma saída para poder trabalhar, já que o Brasil é líder mundial na produção de café solúvel. A importação seria no regime drawback, no qual o produto entra no país, é processo e reexportado no prazo de um ano. Ou seja, não é consumido no mercado interno.