O presidente da Associação Rio-Grandense de Olivicultores (Argos), Guajará Oliveira, diz que a expectativa de produção na região é positiva em função da quantidade de floradas existentes nas oliveiras. Porém, é preciso se atentar à previsão do tempo, pois chuvas muito intensas podem prejudicar a polinização das flores. Ele diz que a produção brasileira de azeitonas e azeite de oliva é muito pequena e praticamente insignificante, mas o produto pode agregar muito valor no futuro.