O Rio Grande do Sul decretou nesta terça, dia 22, estado de calamidade financeira. O governador do estado, José Ivo Sartori (PMDB), apresentou uma série de medidas para conter a crise. O plano, que prevê a extinção de nove fundações e quatro secretarias, deve gerar uma economia de R$ 146 milhões, mas vem acompanhado da demissão de mais de mil pessoas. Para o economista da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) Antônio da Luz, a decisão é difícil, mas necessária. Segundo ele, o estado está “quebrado” e o setor produtivo já está sendo afetado pela ausência das questões fiscais.