A Associação dos Transportadores de Carga de Mato Grosso, que representa cerca de 120 empresas do setor, estima um prejuízo superior a R$ 2 milhões com os problemas enfrentados na rodovia. O diretor-executivo da entidade, Miguel Mendes, lamenta a demora do governo federal para dar suporte humanitário à região, pois os caminhoneiros parados na região também estão ficando sem água potável e comida.