O sojicultor brasileiro paga atualmente até 150% mais por royalties da Intacta do que Argentina e Paraguai. “Isso é inaceitável, nós precisamos ter preços equiparados com esses países”, avalia o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Endrigo Dalcin.
O sojicultor brasileiro paga atualmente até 150% mais por royalties da Intacta do que Argentina e Paraguai. “Isso é inaceitável, nós precisamos ter preços equiparados com esses países”, avalia o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Endrigo Dalcin.