AGRICULTURA

China planeja reduzir uso de farelo de soja e impacta exportações brasileiras

A China busca aumentar a autossuficiência na alimentação de suínos, reduzindo importações de soja e afetando o Brasil, maior fornecedor do grão.

A China anunciou um plano para reduzir o uso de farelo de soja na alimentação de suínos, o que pode impactar as exportações brasileiras do grão. Em 2025, o país importou mais de 70 milhões de toneladas de soja, consolidando o Brasil como seu maior fornecedor.

Redução nas importações

O Ministério da Agricultura Chinês projeta uma queda de 6,1% nas importações de soja em 2026, com a expectativa de reduzir até 30% até 2030, através da implementação de novas tecnologias na ração animal.

Novas tecnologias na alimentação

A China está investindo em produtos de fermentação e alternativas, como insetos, para substituir o farelo de soja. Essas mudanças visam melhorar a qualidade da carne suína e aumentar a autossuficiência alimentar do país.

Impacto no Brasil

O Brasil, que depende fortemente das exportações de soja, precisa desenvolver um projeto que garanta previsibilidade no mercado interno. A diversificação do uso da soja, como na produção de biodiesel, pode ser uma alternativa para minimizar os efeitos da redução nas exportações.

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Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.