A floricultura na Serra do Caparaó, no Espírito Santo, tem se mostrado um importante motor econômico, gerando mais de R$ 10 milhões anualmente e empregando cerca de 8 mil pessoas. A região, conhecida por suas belezas naturais, também se destaca pela produção de flores, que se tornou um negócio rural significativo.
Produção diversificada
A Serra do Caparaó apresenta climas adequados para a produção de diversas espécies de flores e plantas ornamentais, incluindo:
- Plantas tropicais
- Plantas de clima temperado
Um exemplo é o sítio Santana, em Guaçuí, que se especializa na produção de sumpatins, também conhecidos como beijo do Caparaó, com 11 variedades híbridas.
Práticas sustentáveis
A produção de flores na região se destaca por práticas sustentáveis, como:
- Uso de técnicas biológicas, evitando agrotóxicos
- Estruturas que garantem maior limpeza e controle de pragas
- Parcerias com entidades para controle biológico
Mercado em expansão
A floricultura capixaba movimenta a economia de pelo menos 15 municípios, ocupando uma área de 160 hectares. A produção local tem potencial para expansão, especialmente com a crescente demanda por flores frescas e adaptadas ao clima da região. As plantas de corte e de vaso, produzidas localmente, oferecem maior durabilidade e frescor, beneficiando consumidores e eventos.