MÃO DE OBRA

Setor avícola e suinícola do Espírito Santo busca mão de obra externa

A falta de mão de obra qualificada leva o setor capixaba a contratar profissionais de outras regiões e países para suprir a demanda

A necessidade de profissionais para atender à demanda da produção tem transformado o perfil da força de trabalho na avicultura e na suinocultura do Espírito Santo. A falta de mão de obra qualificada tem levado esses setores a buscar trabalhadores em outras regiões do Brasil e até mesmo no exterior.

Demanda por profissionais

De acordo com levantamento da associação do setor, cerca de 8% dos profissionais atuantes na avicultura e suinocultura capixaba vêm de outros estados, enquanto trabalhadores estrangeiros representam quase 12% da força de trabalho da cadeia produtiva.

  • 8% dos profissionais são de outros estados.
  • 12% da força de trabalho é composta por estrangeiros.

Integração e desafios

A contratação de profissionais de fora já é uma prática comum, mas a adaptação à cultura local e a integração com as comunidades exigem ações que garantam acolhimento e inclusão. As empresas têm trabalhado para facilitar essa integração, considerando aspectos sociais e econômicos.

  • Desafios incluem moradia, documentação e integração social.
  • Empresas e poder público colaboram para garantir qualidade de vida aos trabalhadores.

Importância da mão de obra local

Embora a contratação de profissionais de fora seja necessária, a mão de obra local também é valorizada, com muitos profissionais sendo referências na área. A mesclagem entre trabalhadores locais e de outras regiões contribui para o crescimento e desenvolvimento do setor.

news mAIker canal rural avatar
Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.