Governo federal promove encontros internacionais para esclarecer caso não clássico da doença da vaca louca

Objetivo é conceder todas as informações necessárias sobre o caso aos mercados importadores de carne bovina e evitar mais embargosApós o Egito e a Arábia Saudita anunciarem a interrupção das importações de carne bovina brasileira em função da divulgação de um caso não clássico da doença da vaca louca no Paraná, o governo federal deve aumentar os esforços para evitar mais embargos. O objetivo é esclarecer a situação aos países importadores e destacar que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) manteve a classificação do Brasil como país de risco insignificante para a proteína que causa a doença da vaca louca.

Mercado de reposição mineiro teve desvalorização nos últimos 30 dias

Cotação do boi magro no Estado registrou baixa de 1,8% e o preço do garrote teve desvalorização de 1,1%As negociações no mercado de reposição de Minas Gerais estão lentas, segundo pesquisa da Scot Consultoria. Nos últimos trinta dias, o boi magro (12 arrobas) desvalorizou 1,8% e está cotado em R$ 1.100,00/cabeça. O preço do garrote (9,5 arrobas) também diminuiu, passando de R$ 920,00 para R$ 910,00/cabeça.

"Os animais são tratados com carinho", diz tradicionalista do RS sobre provas de rodeios

Projeto de lei propõe a proibição da perseguição de animais em eventosO projeto de lei do deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), que propõe a proibição da perseguição de animais durante rodeios em todo o país causou polêmica nessa segunda, dia 17, no Rio Grande do Sul. Tradicionalistas reclamam que a proposta atingiria a prova do tiro de laço, a mais disputada entre as competições campeiras do Estado.

Embargo em razão de presença do agente causador da vaca louca em animal no Paraná afeta imagem da carne brasileira no Exterior

Volume barrado é pequeno, mas medida pode afastar outros compradoresApesar dos esclarecimentos sobre o agente da vaca louca encontrado em um animal morto no Paraná, países compradores da carne brasileira começaram a impor barreiras ao produto. Mesmo que Japão, China e África do Sul respondam por apenas cerca de 1% do volume embarcado pelo país, representantes do setor temem que o caso afaste outros importadores.

Após uma semana, 15 fazendas foram retomadas na Terra Indígena Marãiwatsédé

Ocupantes que ainda estão nas terras receberam um prazo de 24 horas dos oficiais de Justiça para retirar seus bens do localDepois de uma semana de instaurada a operação de retirada de fazendeiros e trabalhadores rurais que vivem na Terra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso, 31 fazendas foram vistoriadas e, destas, 15 foram oficialmente retomadas para os índios.Os ocupantes que ainda estão nas terras receberam um prazo de 24 horas dos oficiais de Justiça para retirar seus bens do local, com exceção dos ocupantes de uma das fazendas, que têm dez dias para retirar gado e demais posses.